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Profile
Age: 25 E-mail:Bruno Alencar Aniversário: 1/08/1980 "I knew that someday I was gonna die / And I knew before I died Two things would happen to me / That number one I would regret my entire life / And number two I would want to live my life over again" Links
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Quinta-feira, Janeiro 26, 2006 Se existe um disco que estará sempre no meu top 5 de melhores de todos os tempos esse é o Walking Wounded do Everything But The Girl. Lançado há 10 anos, o disco ainda não perdeu seu charme. Não perdeu seu brilho. Walking Wounded continua sendo genial, atual, cativante e muito, mas muito mesmo apaixonante. Daqueles discos que dá vontade de cantar baixinho no ouvido da pessoa amada. Não que seja um disco de baladas. Muito longe disso. Tem lá suas baladas, mas é um disco essencialmente pra dançar. Além do charme e da beleza dos arranjos de suas canções, as letras são coisas de outro mundo. Bem Watt e Tracey Thorn nunca estiveram tão perfeitos e inspirados. Na época, Walking Wounded dividiu os fãs da banda. Muitos torceram o nariz pra mudança radical no estilo da dupla. A dupla abandonava as canções pop semi-acústicas e entrava no perigoso mundo da música eletrônica. Talvez, um dos grandes incentivos para essa mudança no som da dupla, tenha sido o remix do mega sucesso Missing do álbum anterior que tocou em pistas de danças em todos os cantos do planeta. Walking Wounded começa com a fantástica Before Today. Começa com a voz de Tracey Thorn bela como sempre para depois de um tempinho entrar uma programação (sei lá se tem termo melhor pra isso) eletrônica genial. Ouvir versos como but I don¿t want phone that never rings. I want your love and I want It now¿ chega a doer no coração. Mas meu verso predileto é My Heart is that much harder now¿ that¿s what I thought before today. PERFEIÇÃO. A próxima música , Wrong, fez até um relativo sucesso aqui no Brasil. Ganhou também o remix do mesmo cara de Missing. Refrão fantástico : wherever you go I will follow you, cause I was wrong. Single, a faixa 3, é uma das coisas mais lindas e perfeitas que já ouvi na minha vida. Uma baladaça com uma base eletrônica genial. E a letra então?? I called you from the hotel phone I haven't dialled this code before I'm sleeping later, waking later I'm eating less and thinking more But how am I without you Am I more myself or less myself I feel younger, louder¿ para mais tarde aparecer o refrão brilhante : And do you like being single Do you want me back Do you want me back¿. DE ARREPIAR. A faixa seguinte, The Heart Remains a Child é um dos grandes destaques do album. Talvez seja a música EBTG do álbum : Do I wanna hear that you forgive me? Do I wanna hear you're no good without me? Am I big enough to hear that you never even even think about me? NÃO PRECISO FALAR MAIS NADA. A faixa título é a mais estranha e a mais difícil de ser assimilada. Mas é mesmo assim, uma grande música. Talvez seja a mais eletrônica do álbum. Flipside é a minha predileta do álbum. Dançante , empolgante, hipnotizante. Mirrorball vem logo em seguida. Uma balada linda, linda. Good Cop Bad Cop fecha o album e talvez seja o único momento bom do álbum e não genial do álbum. Walking Wounded é uma obra-prima que infelizmente ninguém deu muito atenção. Está certo que a imprensa elogiou bastante , mas o grande público não deu bolas. Azar deles, pois estão perdendo um disco genial e que talvez seja o disco mais importante da minha vida. Quarta-feira, Janeiro 25, 2006 Sim. Eu sou fascinado por essa obra do Lewis Carroll. Acho essa obra bela, divertida, encantadora. Dane-se quem acha que Alice no País das Maravilhas é coisa (só) pra criança. Como nao se encantar e se divertir como personagens como o divertido O Gato de Cheshire, Humpty Dumpty ( que foi inspiração para o nome da ultima música do álbum The Invisible Band do Travis, os engraçadíssimos Tweeddledee e Tweeddledum, o Coelho sempre apressado e é claro, a própria Alice? Aluguei o DVD e me diverti muito. Como não morrer de rir quando alice pergunta : "para que servem os livros sem figuras?". Morrer de rir com a gata Dinah ou quando Alice cai na famosa toca do Coelho?. Essa obra de Lewis Carroll gerou inúmeros comentários. Pedofilia?? Sei não viu? Que Alice foi inspirada em Alice Liddell filha de um amigo de Carroll isso é fato. Porém... não sei sou muito bobo, mas até hoje não vi claramente nada que me prove um caso de pedofilia... Mas já vi muita gente dizendo que sim. Polêmicas a parte, vale a pena ler Alice no País das Maravilhas. De preferencia a edicao comentada que é genial. Acho que até usado em trabalhos na faculdade Casper Líbero aqui em São Paulo. Mas. se você nao tempo de ler, vá até uma locadora e alugue o DVD infantil da Disney. Mesmo não sendo a mesma coisa ( afinal ler o livro, e depois ver a imagem em um desenho animado é muito melhor), com toda certeza você irá se divertir muito.
Terça-feira, Janeiro 24, 2006 Se existe uma banda que nunca irá passar de uma banda mediana, essa é o Placebo. Desde o album de estréia da banda, lá em 1998, a banda lança albuns medianos e rigorosamente iguais. É sempre a mesma coisa : 2 ou 3 singles fantásticos e o restante do álbum apenas mais ou menos. Mas mesmo assim, a banda tem milhares de fãs ao redor do mundo ( isso sem falar nas semelhanças entre as músicas. Mas até aí, o Oasis faz isso também....). Meds , quinto álbum da banda, que será lançado agora no primeiro trimestre, não poderia ser diferente. Aparentemente, eu achei mais fraco que o anterior, Sleeping With Ghosts. O primeiro single do álbum, Because I Want You, é muito inferior a This Picture ou The Biiter End do Sleeping With Ghosts. Eu achei que Because I Want You não foi uma boa escolha pra primeiro single. Infra-red ou Post Blue são bem melhores e devem ser os próximos singles de Meds. Alias, a faixa título é uma faixa bem Placebo; não é ruim, mas está longe de empolgar. As baladas também estão presentes ( follow the cops back home, space monkeys e blind ), mas também nao chega a empolgar . A única surpresa de Meds é a participação de Michael Stipe do REM na faixa broken promise (se a surpresa é agradável ou não, aí é outra coisa...).
Meds com certeza não estará na lista de melhores do ano. Com certeza não. Mas para quem curte a banda ou gostou de algum álbum anterior, irá gostar do álbum. Mas uma coisa o Placebo sempre faz muito bem : as capas. Sleeping With Ghosts já era belíssima, Meds não fica atras.
NOTA : 07 Segunda-feira, Janeiro 23, 2006 Depois de muito tempo sem escrever nada por aqui, resolvi escrever de novo. Novidades?? Sim, um monte. Pra começar, meu namoro não deu certo. Problemas, muitos problemas, indecisão, falta de tempo, diferenças de sentimentos e principalmente, diferenças de pensamento. Nossas diferenças foram maiores que o amor entre a gente. E quando isso ocorre, não há relacionamento que de certo. Mas não me arrependo de nada. Que eu dei tudo de mim, isso não tenho dúvida nenhuma.
Musicalmente, um monte de novidades. Voltei a viciar em Depeche Mode. Os caras são muito bons mesmo. Sem falar, que graças a eles, conheci a espertíssima Danielle L Gore. Uma pessoa genial! Falando neles, meu top 5 deles atualmente : 1-Goodnight Lovers 2-Lílian 3-Newborn 4-Enjoy The Silence 5-Freelove Discos de 2006, já ouvi alguns também. O terceiro dos Strokes é bem bom. O segundo do Delays eu gostei muito. Incrível como o vocalista tem voz de mulher. O novo do Placebo, é aquela coisa de sempre. Mediano até o osso. Impressionante como os discos do Placebo são todos iguais. O gênio ( o próprio que diz isso, eu não) Richard Ashcroft , também está com disco novo e de novo não vejo porque tanta admiração por ele. O disco é legal, mas definitivamente não tem nada de especial. Já o hype do momento, o Arctic Monkeys eu achei legalzinho. Mas nota 10 como o NME deu pro disco de estréia deles, chega a dar raiva de tanto hype. ![]() A noticia ruim do ano foi a saída da Charlotte Hatherley do Ash. O Ash, na minha opinião, perdeu todo o charme. A Charlotte dava um charme à banda. Linda, simpática (acho) ... uma pena ela ter decidido seguir carreira solo. O segundo disco solo dela, ainda sem nome, dever ser lançado no final do ano, e o disco do Ash, agora no primeiro semestre. Volte Charlotte! Sábado passado fui ao Dj Club Bar. Mesmo morto de sono, foi muito legal ter ido. Rê, Rafaéu,Marcela, Leca e principalmente Juuuulia , me proporcionaram horas divertidíssimas. Quando tocou enjoy the silence foi o ponto alto na noite. Percebi que vou passar vexame num possível show do Depeche Mode aqui no Brasil.Bruno, o empolgado. Trilha do Post : Newborn - Depeche Mode |
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